Rio · 7 min de leitura

O que fazer no Rio

Um roteiro prático para a sua temporada na villa: as duas grandes vistas, manhãs tranquilas na Lagoa, um dia no mar e os dias sem pressa em casa no meio do caminho.

As duas grandes vistas

As duas vistas mais conhecidas do Rio valem a pena logo no começo da viagem, e as duas pedem que você comece cedo. Da villa, a concierge organiza um motorista que fala inglês, então você pula o estacionamento e as filas.

O Cristo Redentor fica no alto do Corcovado, olhando para a cidade inteira. Vá logo de manhã, antes de a nuvem se formar sobre o pico e antes de a multidão chegar nos trens do meio da manhã. Uma manhã limpa e seca abre a vista longa sobre a Lagoa, as praias e o Pão de Açúcar do outro lado da água. Se o topo amanhecer encoberto, espere um dia — a vista é o motivo de subir, e ela muda de hora em hora.

O Pão de Açúcar é o outro, alcançado pelo bondinho a partir da Urca. Ele sobe em duas etapas, com uma parada no morro mais baixo antes do topo. O fim da tarde é a melhor hora aqui: a luz fica mais suave, o calor cai e, se você acertar o horário, vê o sol se pôr sobre a cidade lá de cima. É diferente do Corcovado — mais baixo, mais perto da água, com a baía aberta embaixo.

A Lagoa e o Jardim Botânico

Mais perto, a Lagoa Rodrigo de Freitas é a manhã mais fácil do Rio. Um caminho plano dá a volta inteira na água, uma boa volta a pé ou de bicicleta, com os morros e o Cristo à vista quase o tempo todo. Alugue bicicletas na beira e deixe as crianças ditarem o ritmo; há parquinhos e quiosques na margem para quando alguém precisar de uma pausa.

Do outro lado fica o Jardim Botânico, o jardim botânico da cidade. É sombreado e calmo, com a longa alameda de palmeiras imperiais, um orquidário e espaço de sobra para as crianças correrem. Vá cedo, antes de o dia esquentar, e reserve umas duas horas sem pressa. Micos e tucanos aparecem na copa das árvores para quem tem paciência.

Os dois ficam a uns quinze minutos da villa, no sentido do Leblon e de Ipanema, então dá para emendar um almoço de frutos do mar ou uma tarde na areia na volta.

Dentro da floresta da Tijuca

Quando a costa esquenta, o Parque Nacional da Tijuca é a opção mais fresca e verde — uma grande faixa de Mata Atlântica no meio da cidade, bem mais fresca debaixo da copa. A concierge monta um dia guiado com um motorista que conhece a estrada de subida.

Lá dentro há cachoeiras para ficar embaixo, poços tranquilos e mirantes que se abrem para a cidade e o mar. É um lugar fácil para passar a manhã em trilhas curtas na mata e depois achar uma sombra para o almoço. Famílias se dão bem aqui; as trilhas podem ser leves, e a recompensa é um banho de cachoeira, não uma subida puxada.

Para quem quer um cume, os inícios das trilhas da Pedra Bonita e da Pedra da Gávea ficam perto da villa, atrás da casa. A Pedra Bonita é a mais tranquila das duas e entrega a costa vista de cima. A Pedra da Gávea é uma escalada de verdade e pede um guia, que a Art de Vivre providencia.

Santa Teresa e o Rio antigo

Para variar da praia, passe uma tarde em Santa Teresa, o bairro de ladeira acima do centro. As ruas são estreitas e íngremes, cheias de casarões antigos, ateliês e cafés com vista de volta para os telhados. O ritmo é mais lento que o da costa, e é um bom lugar para andar sem plano fixo.

Ladeira abaixo, o Centro é o coração antigo da cidade — igrejas coloniais, praças largas e os prédios dos anos do Rio como capital do país. Uma manhã guiada por aqui preenche a história que as praias não contam. Nos dias de semana há mais movimento de quem trabalha; um sábado é mais calmo e mais fácil de caminhar.

Peça ao motorista para deixar vocês no alto de Santa Teresa e desça a pé, com um café ou um almoço demorado em algum ponto do caminho.

Um dia no mar

Um dos melhores passeios do Rio não toca no asfalto. A concierge organiza um barco com tripulação para o grupo todo — vocês saem da marina e seguem pela costa, vendo a cidade e os morros de um ângulo que poucos visitantes conhecem.

O dia é seu para desenhar. Ancore numa enseada tranquila para nadar, siga até as ilhas ao largo para uma água mais limpa e almoce a bordo enquanto a tripulação cuida do resto. Serve bem para famílias e grupos variados: sombra no convés, espaço para se espalhar e um ritmo tranquilo para voltar a tempo do pôr do sol.

Leve proteção de sol e pouca coisa além disso. O barco, o trajeto e a comida são organizados com antecedência pela Art de Vivre, então o dia não exige nada de você além de aparecer.

Música e um jogo

Duas noites que valem a pena encaixar. Uma noite de samba é a mais fácil — música ao vivo num bar ou num salão antigo, uma roda que sabe cada letra e um ritmo que atravessa a madrugada. O motorista leva vocês e, o mais importante, traz de volta.

Se tiver jogo enquanto você estiver na cidade, uma partida no Maracanã é a outra. O estádio lota numa partida grande e, mesmo para quem não acompanha futebol, o barulho e a cor de uma casa cheia são um espetáculo à parte. A concierge resolve os ingressos e o motorista para vocês chegarem e saírem sem aperto.

Dias sem pressa na villa

Nem todo dia precisa de plano. A villa foi feita para os dias lentos — a piscina de mosaico corre por toda a largura do deck, o terraço fica na sombra no meio da tarde e o Atlântico está na sua frente o tempo todo. Alguns dos melhores dias aqui nunca passam do portão.

Peça à concierge um chef privativo para a noite. Café da manhã no deck, um almoço demorado para o grupo todo ou um jantar completo feito com o que veio da feira de manhã — é o jeito mais fácil de comer bem sem reservar mesa nem dirigir a lugar nenhum. O chef faz as compras, cozinha e arruma; vocês ficam onde estão.

Termine o dia no terraço enquanto o sol cai atrás da ponta da serra. É o canto que todo mundo encontra ao anoitecer, taça na mão, com a praia embaixo e a Pedra da Gávea escurecendo atrás da casa. Depois de uma semana de cidade, a villa é o motivo para você desacelerar.

Quando as datas se confirmarem, reserve a villa direto com a Art de Vivre e deixamos o chef, o motorista e o dia de barco prontos antes de você chegar.

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